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Para Alex, alvará de atacadista não deve ser liberado sem plano de drenagem para a Rua Colon

Publicado em 10/05/2018 às 17:33 - Atualizado em 10/05/2018 às 17:34

Alex, presidente do Legislativo de Barra Velha, com os demais parlamentares
Créditos: Fotos Juvan Neto Baixar Imagem

O presidente da Câmara de Vereadores de Barra Velha, Alex Sandro Correia dos Santos, o Alex Palmital (PSD), defendeu publicamente que alvarás e demais liberações para o novo mercado atacadista que está sendo instalado no bairro São Cristóvão não sejam liberadas enquanto não for apresentado um amplo programa para garantir a drenagem e escoamento de águas na região das ruas Colon, antiga extensão da Rua David Pedro Espindola, e também de ruas laterais como Maria Ramos de Oliveira e Otacílio João de Oliveira.

Seguindo o tema puxado pelo presidente, os demais parlamentares concordaram que é dramática a situação vivida pelos moradores, na região que inicia no Bar do Waldemar Boró. Alex citou, na sessão do último dia 3, o empreendimento do futuro Komprão, pertencente à rede de mercados Koch, que está em fase de finalização do aterro, na Rua João Pedro de Oliveira, acesso do São Cristóvão.

Obras recentes naquele entorno – como um loteamento, junto da Parada Havan e desse novo aterro – acabaram por isolar a comunidade, numa área baixa, atingida por forte lama no final de semana da Páscoa. “Antes que esse mercado comece a colocar o primeiro tijolo, é preciso estruturar a drenagem, pois com uma obra iniciada, fica bem mais complicado providenciar o escoamento correto. Isso me preocupa muito, pois a Rua Colon hoje ficou como se fosse um açude”, destacou o presidente. Após as palavras de Alex, o vereador Eduardo Peres, o Tainha (PPS), destacou entender que o Komprão representa progresso, empregos, mas a obra deve ser feita de forma que se beneficiem todos.

Já Thiago Pinheiro (PSB) frisou que a agilidade na preparação do aterro é preocupante, diante da indefinição da drenagem das famílias proprietárias na mesma região. “Tem também o impacto do trânsito, que deve ser visto”, observou Pinheiro. E Marcelo Nogaroli (MDB) destacou que viu pessoalmente o projeto desses investimentos, e constatou que eles irão impactar a impermeabilização do solo na região, podendo agravar ainda mais a situação.

No último dia 4 de abril, cerca de 20 proprietários de imóveis atingidos pela água e lama, durante a forte enxurrada, participaram da sessão da Câmara. Além de Nando Bernardina (PP), Doutor Jorge (DEM) e Maurício de Simas (PSD), o vereador Marciel Berlin (PSB) voltou a pedir urgência na ação da Prefeitura.

Todos os aterros geraram um impacto ambiental nas casas próximas, segundo o parlamentar. “Com aterros do lado esquerdo e direito, pois são vários proprietários, a Havan joga água para baixo; todas essas ruas, que são baixas, viraram uma bacia”, comenta Berlin. “Esses moradores estarão condenados, caso a Prefeitura e os responsáveis pelos aterros não ajam rapidamente”.   

Na visão dos vereadores, a ação para reversão desse quadro começa com o estudo de viabilidade de drenagem, mostrando para onde vai desaguar essa água, uma ação em conjunto com Planejamento, Fundação do Meio Ambiente (Fundema) e Secretaria de Obras. Marciel destacou que o secretário de Planejamento, Elvis Fuchtel, já estuda a medida compensatória que será repassada aos proprietários do terreno do novo atacadista, visando criar um sistema de drenagem eficiente. Já Alex finalizou reafirmando que “sem sistema de drenagem apresentado, não deve ser liberado o alvará”.  

 

Câmara de Vereadores

Assessoria de Comunicação

■ Informação Pública 068/2018

■ Fone (47) 99921.4527 ou 3446.7800, ramal 808

Juvan de Souza Neto – Jornalista SC 1359 JP

 


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